Acelga :

 

acelga

Contém grande quantidade de vitamina A, C e Niacina. A vitamina A é indispensável para a normalidade da vista, conserva a saúde da pele e das mucosas, auxilia no crescimento e faz parte da formação do esmalte dos dentes.

A vitamina C dá resistência aos vasos sanguíneos, age contra infecções, evita problemas da pele, hemorragias e fragilidade dos ossos e dentes. A Niacina, assim como todas as outras vitaminas do Complexo B, evita problemas do aparelho digestivo e do sistema nervoso.


 

A acelga possui ainda quantidades significantes de fibras que auxiliam no movimento intestinal. Seu suco, misturado com igual parte de suco de agrião, é eficaz contra os cálculos biliares. Toma-se um copo, por dia, em jejum.

Em caso de prisão-de-ventre prepara-se um bom laxante com meio copo de suco de acelga e uma colher (sopa) de azeite. Em cataplasma, utilizam-se as folhas contra as hemorróidas, feridas, úlceras, contusões, furúnculos e queimaduras.

A acelga deve ser consumida moderadamente por conter alto teor de uma substância (oxalato) que prejudica a absorção de Cálcio no organismo.

A acelga pode ser conservada em geladeira de 5 a 7 dias.

Seu período de safra é de junho a outubro.

Como Comprar:

Dê preferência a acelga de folhas limpas, cor brilhante e sem picadas de insetos.

Como Conservar:

Conserva-se em geladeira, embrulhada em saco plástico transparente, por cinco a sete dias.

Como Consumir:

As folhas mais tenras podem ser consumidas cruas, em saladas. Podem também ser cozidas ou refogadas. Os caules podem ser consumidos fritos, cozidos ou em sopa de legumes.

História:

A cultura da Acelga remonta à antiguidade clássica: os Gregos e Romanos faziam grande uso dela. Seu nome "cicla" seria de origem feniciana. A acelga só se tornou popular na França na Idade Média. Segundo o “Ménagier de Paris”, a verdadeira “porée” (sopa de legumes) era a “porée” de Acelga. Sua cultura se difundiu largamente no século dezessete.

Hoje em dia, é sobretudo, a variedade a costelas brancas e a costelas muito largas que são cultivadas nos jardins. Existiam numerosas cores. Segundo Bois, a introdução de Acelga a cardos do Chile vem de 1834, mas ele nota que apesar disso, desde 1651 Gerard mencionava a existência de Acelgas coloridas. Essas variedades estão no jardim de mais belo efeito.

Suas cores são, de fato, rosa, vermelho, amarelo e laranja. Seu tamanho varia em função dos cultivos assim como a cor e a textura de suas folhas. As hastes dessas variedades são geralmente bastante finas e elas são deliciosas cozinhadas no vapor exaltadas com um molho de óleo com vinagre ou limão. Existe uma magnífica ilustração na prancha 13 do Álbum Vilmorin.

Polinização:

A Acelga é polinizada, de forma predominante pelo vento. Entretanto acontece dela ser polinizada por insetos tais como os Dyptera. Seu pólen é tão leve que ele pode viajar mais de 7 km, segundo o clima, a topografia e a temperatura do ar.

Para assegurar a pureza absoluta da variedade, são necessários muitos quilômetros entre duas variedades de Acelga. Entretanto na maior parte dos casos, para o jardineiro amador, uma distância de 500 m a 1 km será suficiente.

A Acelga pode também se hibridar naturalmente com a beterraba açucareira, a beterraba para forragem e a beterraba hortense.

O jardineiro pode então deixar brotar uma acelga, ou uma beterraba hortense, uma beterraba açucareira ou uma beterraba para forragem.

Para o jardineiro amador, a técnica de produção de sementes mais fácil, quando se deseja deixar brotar muitas variedades de Beta vulgaris, é de cortar as porta-sementes na forma de um “boné”. Então é aconselhável, a fim de evitar o que chamamos de depressão genética, de cortar muitas plantas porta-sementes com a mesma forma “boné”.

Produção de sementes:

Na maioria das regiões francesas pode-se conservar a Acelga na terra durante o inverno. Entretanto, parece que algumas variedades, em particular as vermelhas, laranjas, amarelas e rosas, sejam às vezes menos rústicas em função da qualidade dos solos, da temperatura e da taxa de umidade no solo. Deve-se então desenterrá-las no outono, colocá-las no celeiro e replantá-las na primavera, quando os riscos de geadas fortes já passaram.

Uma outra solução consiste em cobri-las em “mulcher” com palha: deve-se ficar muito atento para que os roedores não estabeleçam aí suas habitações invernais, já que a Acelga “mulchadas” lhes propõe ao mesmo tempo casa e comida!

É aconselhável ter no jardim, uma dúzia de plantas porta-sementes da mesma variedade a fim de beneficiar de uma boa diversidade genética. Alguns jardineiros cortam a parte superior das hastes da porta-sementes da Acelga para favorecer o desenvolvimento das belas ssementes na parte inferior dessas hastes. Deve-se cuidar para colher as sementes desde que elas sejam maduras, pois elas caem no chão muito facilmente.

A “semente” de Acelga é um glomérulo contendo de 2 a 6 sementes. Os glomérulos podem ser colhidos individualmente, ao mesmo tempo em que a planta amadurece. Pode-se também cortar os galhos quase maduros a fim de colocá-los a secar em um lugar protegido, seco e bem ventilado.

O processo de brotamento da Acelga pode se mostrar trabalhoso ou impossível nas zonas onde a diferença de duração do dia e da noite não é bastante marcada. A Acelga é de fato, considerada como uma bianual que necessita de dias longos de verão para a frutificação.

As sementes da Acelga têm uma duração germinativa média de 6 anos. Entretanto elas podem conservar uma faculdade germinativa até 10 anos ou mais. Um grama contém por volta de cinqüenta glomérulos.

Fonte: portalsaofrancisco.com.br 

 

 


Tabela Nutricional

Porção: 100 g
Kcal: 17
Carboidrato: 3,36
Proteína: 2,26
Gordura: 0,20
Fibra: 2,07
Colesterol: 0



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